— Vou fazer uma declaração de amor pra você.
— Faz, bebê.
— Meu amor, eu te amo muito…
— Awn bebê…
— Cala a boca que eu ainda não terminei. Eu te amo demais e…
— Eu te amo mais bebê.
— Cala a boca, eu tô falando. Então, você é a minha vida e eu te amo muito meu amor.
— …
— Pode falar agora.
— Agora não quero mais, idiota.
Não adianta, eu ainda vou continuar me desesperando ao escutar o seu nome, o meu coração sempre irá acelerar ao lembrar de você. Eu ainda chorarei lembrando do que aconteceu, e do que poderia ter acontecido. Eu sempre irei me mutilar escutando sua música preferida, e sempre irei enlouquecer ao sentir o seu perfume. Não adianta dizer que isso acabou, ou que isso já teve um fim… Eu ainda vou continuar te amando. Ainda continuo! Não adianta dizer que a nossa história teve um ponto final. Na minha cabeça, nossa história é como um livro de 1, 2, 3 edições; Edições inacabáveis. Não adianta me mandar flores com bombons, e um cartãozinho de despedida. Eu irei atrás de você, e não importa o quão tolo isso seja, não importa o quão seja loucura. Quero fazer você sentir o meu amor, vamos dar uma volta no parque e tomar um sorvete. Vamos tomar um chocolate quente debaixo das cobertas em tardes gélidas. Vamos andar torto na rua e cantarolar enquanto caminhamos. Vamos colorir o amor?
Às vezes, falo do amor como se o tivesse. Às vezes, falo de um alguém dando a entender que eu o tenho. Às vezes falo sobre o amor e o quanto a saudade é duradoura. Falo sobre o amor e de um amor. Às vezes falo da deixa e da dor que ela me causou. Falo como se ainda amasse alguém que sequer se importa comigo. Escrevo como se ainda amasse alguém que me deixou com o coração na mão e o amor engavetado. Mas às vezes nem eu sei… Eu sinceramente não me compreendo, e não compreendo o que sinto. Não sei se amo ou se não amo. Não sei se sinto alguma coisa ou se nunca senti. Não entendo. Não compreendo esse coração bipolar. Que ora está amando, e ora está odiando. Não entendo esse coração cheio de frescuras que não me dá o prazer de saber o que se passa dentro dele. Às vezes quero arrancá-lo pelo simples fato de não o compreender. Mas se não me compreendo, como posso compreende-lo? Uma incógnita. Um quebra-cabeça de milhões de peças. Estou confuso e sinceramente não sei mais o que pensar. Amar ou deixar? Eis a questão. Sentir ou não sentir? Eis a dúvida. Mas respondo: “não sei, mas vou viver”.
Às vezes, falo do amor como se o tivesse. Às vezes, falo de um alguém dando a entender que eu o tenho. Às vezes falo sobre o amor e o quanto a saudade é duradoura. Falo sobre o amor e de um amor. Às vezes falo da deixa e da dor que ela me causou. Falo como se ainda amasse alguém que sequer se importa comigo. Escrevo como se ainda amasse alguém que me deixou com o coração na mão e o amor engavetado. Mas às vezes nem eu sei… Eu sinceramente não me compreendo, e não compreendo o que sinto. Não sei se amo ou se não amo. Não sei se sinto alguma coisa ou se nunca senti. Não entendo. Não compreendo esse coração bipolar. Que ora está amando, e ora está odiando. Não entendo esse coração cheio de frescuras que não me dá o prazer de saber o que se passa dentro dele. Às vezes quero arrancá-lo pelo simples fato de não o compreender. Mas se não me compreendo, como posso compreende-lo? Uma incógnita. Um quebra-cabeça de milhões de peças. Estou confuso e sinceramente não sei mais o que pensar. Amar ou deixar? Eis a questão. Sentir ou não sentir? Eis a dúvida. Mas respondo: “não sei, mas vou viver”.
Cheia de mistérios, assim que serei de agora em diante. Guardarei meus maiores segredos a sete chaves. Me entregarei aos poucos, bem aos poucos. Falarei pouco. Ficarei mais reservada no meu canto. Se alguém quiser se aproximar de mim terá que ter paciência e muita. Não vou mais ter pressa, não vou mais ser tão afobada. Farei tudo com muita calma. Vou preservar meu coração ao máximo. Vou cuidar de mim, pois ninguém nunca foi capaz de cuidar direito. Não vou permitir que me machuquem. Serei aquele tipo de garota indecifrável. Aquela que ninguém será capaz de entender. Vou demonstrar menos o que sinto. Preservar os sentimentos é uma ótima maneira de manter o coração saudável. Vou ter mais calma, me arriscar menos, e escolher melhor as pessoas que vou querer ao meu lado. Vou ser mais mulher, agir feito tal. Chega de ficar choramingando pelos cantos, falando a todo tempo de amor, querendo a todo tempo alguém ao meu lado. Posso cuidar de mim sozinha, é mais fácil. A solidão as vezes machuca, mas em outras ocasiões ela ajuda. Ela fortalece, ajuda a gente a crescer, a parar de sonhar e finalmente encarar a realidade. Intimidade de Garota - Pâmela Ferreira
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Fucy Society - Monaliza Araujo
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Criei esse tumblr porque perdi a senha do outro e amo muito isso aqui (: